Recentemente, li na CNN.com que cientistas europeus encontraram, usando um telescópio chileno, um planeta parecido com a Terra, orbitando uma anã vermelha. Chamaram o planeta de 581c, ou apenas "c".
Fica a míseros 20,5 anos luz da Terra. Pertinho, hein?!
Eis aqui o link da reportagem.
Não sei quanto a vocês, mas eu acho esta descoberta deveras divertida. Este planeta fica na história como o primeiro encontrado parecido com a Terra. Agora que os cientistas começaram a procurar em anãs vermelhas, talvez encontrem mais.
Os cientistas europeus ainda ganharam uma "aposta" com os estadunidenses sobre quem descobriria primeiro um planeta assim.
E por fim, a notícia foi a mais enviada por email no dia de hoje na CNN.com. Estou aqui meio que melhorando a estatística.
Petrus.
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quarta-feira, 25 de abril de 2007
quarta-feira, 4 de abril de 2007
Aprendendo história com "300".
(veja em outro post meus comentários principai sobre o filme)
Vendo "300", aprendi um pouco mais sobre metalurgia espartana.
Um bom escudo espartano é feito de titânio! Quiçá até de adamantium, como o Wolverine dos X-Men.
Só assim que os escudos deles podiam resistir a uma chuva de flechas que cobria todo o céu e NENHUM ESPARTANO MORRER COM ISSO.
Mas tudo bem. Flechas que tapam o Sol dão chefões bobos mesmo.
Petrus.
PS: VÁRIAS POSIÇÕES!
(escapou)
Vendo "300", aprendi um pouco mais sobre metalurgia espartana.
Um bom escudo espartano é feito de titânio! Quiçá até de adamantium, como o Wolverine dos X-Men.
Só assim que os escudos deles podiam resistir a uma chuva de flechas que cobria todo o céu e NENHUM ESPARTANO MORRER COM ISSO.
Mas tudo bem. Flechas que tapam o Sol dão chefões bobos mesmo.
Petrus.
PS: VÁRIAS POSIÇÕES!
(escapou)
Quando Jerry Seinfeld vai pra São Paulo.
O título do post é uma paródia da música "Quando Frank Zappa vai pra Martinica".
Hoje, no caminho para o trabalho, vejo da janela do ônibus um vetusto senhor fazer uma conversão à direita e seguir em frente dentro da via expressa a bordo de sua bike.
Obviamente que sua bike era uma daquelas máquinas práticas e velozes, com um banco e quatro rodinhas, que pessoas que não podem andar direito, especialmente vetustos senhores, se utilizam para se locomover.
Obviamente também que me lembrei da clássica cena de Seinfeld que envolve George Constanza em uma perseguição de alta velocidade nas ruas de Nova Iorque, onde ele e seu veículo são perseguidos por uma turba de veículos similares pilotados habilmente. Lá foi cunhada também a famosa frase:
Get the bikes!
Petrus.
PS: e por falar em "Nova Iorque", descobri ontem que a potência da antiguidade Cartago, na língua nativa da cidade (um tipo de hebreu antigo) queria dizer exatamente "Nova Cidade". Que nome original!
Hoje, no caminho para o trabalho, vejo da janela do ônibus um vetusto senhor fazer uma conversão à direita e seguir em frente dentro da via expressa a bordo de sua bike.
Obviamente que sua bike era uma daquelas máquinas práticas e velozes, com um banco e quatro rodinhas, que pessoas que não podem andar direito, especialmente vetustos senhores, se utilizam para se locomover.
Obviamente também que me lembrei da clássica cena de Seinfeld que envolve George Constanza em uma perseguição de alta velocidade nas ruas de Nova Iorque, onde ele e seu veículo são perseguidos por uma turba de veículos similares pilotados habilmente. Lá foi cunhada também a famosa frase:
Get the bikes!
Petrus.
PS: e por falar em "Nova Iorque", descobri ontem que a potência da antiguidade Cartago, na língua nativa da cidade (um tipo de hebreu antigo) queria dizer exatamente "Nova Cidade". Que nome original!
sexta-feira, 30 de março de 2007
Democratas (DEM)
Os Alquimistas Democratas estão chegando!
Eis que o PFL decidiu mudar de nome! Com o fim da necessidade dos nomes dos partidos terem "partido" no nome, o partido deles se chama agora "Democratas"!
Que jogada brilhante! Agora, quando o PT tiver que trocar de nome, só vai sobrar "Republicanos"!
Eles podiam ter sidos mais originais. "Feudais" caía melhor para o PFL.
Se bem que, quando o "Partido Democrata" dos EUA surgiram, eles eram o partido dos brancos escravistas. É, assim faz sentido.
Petrus.
Eis que o PFL decidiu mudar de nome! Com o fim da necessidade dos nomes dos partidos terem "partido" no nome, o partido deles se chama agora "Democratas"!
Que jogada brilhante! Agora, quando o PT tiver que trocar de nome, só vai sobrar "Republicanos"!
Eles podiam ter sidos mais originais. "Feudais" caía melhor para o PFL.
Se bem que, quando o "Partido Democrata" dos EUA surgiram, eles eram o partido dos brancos escravistas. É, assim faz sentido.
Petrus.
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sábado, 24 de março de 2007
Caminhos Alternativos para a História, em Video Games
Um tema que sempre achei interessante são propostas de "histórias alternativas". E se um momento da história acontecesse de forma diferente do que historicamente aconteceu?
A seguir, dois bons jogos, excelentes de se jogar, que trabalham com o tema. Um eu acho que é mais ousado que o outro ao oferecer uma história laternativa. Descubra qual deles.
Primeiro:
História: Na década de 1930, com a crise econômica, as potências ocidentais estavam com medo que parte do mundo se juntasse à URSS e virasse comunista. Isso deu espaço para que Hitler construísse a máquina de guerra Alemã sem ser questionado pelo ocidente, levando depois à segunda guerra mundial.
História Alternativa: E se Hitler não tivesse chegado ao poder na Alemanha?
Jogo: Trata-se de "Red Alert", para o PC, em que na europa sem Hitler o jogador pode jogar ou como a URSS totalitarista de Stalin ou como uma aliança européia Anti-URSS para decidir se a Europa vai tomar o rumo do capitalismo ou comunismo.
Segundo:
História: No Japão feudal, no ano cristão de 1542, um expedição Portuguesa chegou no Japão. Foi o primeiro contato entre Japoneses e Europeus na história. Com o encontro, os Japoneses descobriram o que era o Cristianismo e também aprenderam sobre como usar a pólvora como arma de guerra. Ela foi inventada na China, mas foi via Portugal que os Japoneses a conheceram de fato, e com isso a maneira de se fazer a guerra no Japão mudou muito. Nesta época ocorria uma guerra civil no Japão, onde Oda Nobunaga (que usava e abusava da pólvora na guerra) estava tentando conquistar todos os feudos japoneses para virar Xogun e uma aliança Anti-Oda se formava para o impedir.
História Alternativa: E se os lusitanos de 1542, ao invés de ensinarem aos japoneses apenas a como construir mosquetes e canhões primitivos, também ensinassem eles a construírem máquina a vapor, zeppelins e de quebra ROBÔS GIGANTES?!
O jogo: Trata-se de "Robo Aleste" do SEGA CD, onde temos que Oda Nobunaga se encontra encurralado pela aliança Anti-Oda e seus exércitos de CENTENAS de robôs gigantes e zeppelins. O jogador precisa salvar seu mestre tomando o controle do ROBÔ GIGANTE NINJA chamado "Aleste", atirador de FACAS, GRANADAS, LASERS, BOLAS DE FOGO, e ESTRELAS NINJAS, e vencer TODO O EXÉRCITO DE ROBÔS GIGANTES JAPONESES INIMIGOS, SOZINHO.
Veja o vídeo de apresentação do dito jogo, em inglês, se você acha que esta "história alternativa" só pipocou em minha mente. É uma aula de história, com informações corretas, ao menos nos pontos em que não se fala de robôs gigantes. O legal deste vídeo é ver a animação do narrador ao mencionar os robôs gigantes ninjas.
Petrus.
A seguir, dois bons jogos, excelentes de se jogar, que trabalham com o tema. Um eu acho que é mais ousado que o outro ao oferecer uma história laternativa. Descubra qual deles.
Primeiro:
História: Na década de 1930, com a crise econômica, as potências ocidentais estavam com medo que parte do mundo se juntasse à URSS e virasse comunista. Isso deu espaço para que Hitler construísse a máquina de guerra Alemã sem ser questionado pelo ocidente, levando depois à segunda guerra mundial.
História Alternativa: E se Hitler não tivesse chegado ao poder na Alemanha?
Jogo: Trata-se de "Red Alert", para o PC, em que na europa sem Hitler o jogador pode jogar ou como a URSS totalitarista de Stalin ou como uma aliança européia Anti-URSS para decidir se a Europa vai tomar o rumo do capitalismo ou comunismo.
Segundo:
História: No Japão feudal, no ano cristão de 1542, um expedição Portuguesa chegou no Japão. Foi o primeiro contato entre Japoneses e Europeus na história. Com o encontro, os Japoneses descobriram o que era o Cristianismo e também aprenderam sobre como usar a pólvora como arma de guerra. Ela foi inventada na China, mas foi via Portugal que os Japoneses a conheceram de fato, e com isso a maneira de se fazer a guerra no Japão mudou muito. Nesta época ocorria uma guerra civil no Japão, onde Oda Nobunaga (que usava e abusava da pólvora na guerra) estava tentando conquistar todos os feudos japoneses para virar Xogun e uma aliança Anti-Oda se formava para o impedir.
História Alternativa: E se os lusitanos de 1542, ao invés de ensinarem aos japoneses apenas a como construir mosquetes e canhões primitivos, também ensinassem eles a construírem máquina a vapor, zeppelins e de quebra ROBÔS GIGANTES?!
O jogo: Trata-se de "Robo Aleste" do SEGA CD, onde temos que Oda Nobunaga se encontra encurralado pela aliança Anti-Oda e seus exércitos de CENTENAS de robôs gigantes e zeppelins. O jogador precisa salvar seu mestre tomando o controle do ROBÔ GIGANTE NINJA chamado "Aleste", atirador de FACAS, GRANADAS, LASERS, BOLAS DE FOGO, e ESTRELAS NINJAS, e vencer TODO O EXÉRCITO DE ROBÔS GIGANTES JAPONESES INIMIGOS, SOZINHO.
Veja o vídeo de apresentação do dito jogo, em inglês, se você acha que esta "história alternativa" só pipocou em minha mente. É uma aula de história, com informações corretas, ao menos nos pontos em que não se fala de robôs gigantes. O legal deste vídeo é ver a animação do narrador ao mencionar os robôs gigantes ninjas.
Petrus.
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sexta-feira, 23 de março de 2007
Contação de Histórias
Ontem, como mencionei, fui no tal curso de contação de histórias. Era gratuito na Saraiva.
Chegando lá, descubro no meio do dito curso que o tema eram histórias para crianças. Não exatamente minha linha de operação. Por outro lado, o curso teve algumas informações interessantes.
Provavelmente a melhor delas foi sobre a função da história na formação do indivíduo. O rapaz que dava o curso basicamente sustenta que as histórias a serem contadas não devem ter alguma lição a ser tirada delas, nem um propósito claro. A função da história é apenas abrir a mente da pessoa para que ele pense em várias coisas e assim seja um ser mais pensante.
Infelizmente, o movimento do politicamente correto anda determinando que certas histórias infantis e cantigas são inapropriadas para serem contadas para crianças. Um exemplo clássico é "Atirei o pau no gato", cantiga infantil que incita à violência contra os animais e portanto foi banida das escolas. A canção "boi da cara preta", dita racista, foi devidamente substituída pelo "boi do piauí".
A função de se contar estas histórias é que elas de uma certa forma abordam temas altamente filosóficos de uma forma que a criança pode pensar do jeito dela sobre as coisas. Ensinar sobre as crianças a não serem trouxas e não aceitarem o que estranhos lhes dão pode ser metaforizado com "Branca de neve e os sete anões", de certa forma, mas como hoje esse conto só pode ser referido como "A Caucasiana e os sete cidadãos verticalmente deficientes", o que resta para a criançada?! So a Bíblia pode agora?!
A discussão aqui é que o medo de se contar uma história para a criançada e ser taxado de incorreto politicamente tem basicamente congelado os esforços de professores primários em contarem histórias. Por este motivo, a geração atual anda ficando carente de escutar histórias e portanto pensa menos do que poderia. Parece meio exagerado, mas depois que parei para pensar acho que faz sentido. A criança que é tratada como adulto vai mais tarde se ressentir e querer voltar à infância, talvez.
Um outro dado interessante foi descobrir que, aparentemente, as parábolas de Jesus são todas elas variações de parábolas do Talmud, um dos livros sagrados dos Judeus. Acho que isso parcialmente explica porque para eles Jesus não é o Messias.
Petrus.
Chegando lá, descubro no meio do dito curso que o tema eram histórias para crianças. Não exatamente minha linha de operação. Por outro lado, o curso teve algumas informações interessantes.
Provavelmente a melhor delas foi sobre a função da história na formação do indivíduo. O rapaz que dava o curso basicamente sustenta que as histórias a serem contadas não devem ter alguma lição a ser tirada delas, nem um propósito claro. A função da história é apenas abrir a mente da pessoa para que ele pense em várias coisas e assim seja um ser mais pensante.
Infelizmente, o movimento do politicamente correto anda determinando que certas histórias infantis e cantigas são inapropriadas para serem contadas para crianças. Um exemplo clássico é "Atirei o pau no gato", cantiga infantil que incita à violência contra os animais e portanto foi banida das escolas. A canção "boi da cara preta", dita racista, foi devidamente substituída pelo "boi do piauí".
A função de se contar estas histórias é que elas de uma certa forma abordam temas altamente filosóficos de uma forma que a criança pode pensar do jeito dela sobre as coisas. Ensinar sobre as crianças a não serem trouxas e não aceitarem o que estranhos lhes dão pode ser metaforizado com "Branca de neve e os sete anões", de certa forma, mas como hoje esse conto só pode ser referido como "A Caucasiana e os sete cidadãos verticalmente deficientes", o que resta para a criançada?! So a Bíblia pode agora?!
A discussão aqui é que o medo de se contar uma história para a criançada e ser taxado de incorreto politicamente tem basicamente congelado os esforços de professores primários em contarem histórias. Por este motivo, a geração atual anda ficando carente de escutar histórias e portanto pensa menos do que poderia. Parece meio exagerado, mas depois que parei para pensar acho que faz sentido. A criança que é tratada como adulto vai mais tarde se ressentir e querer voltar à infância, talvez.
Um outro dado interessante foi descobrir que, aparentemente, as parábolas de Jesus são todas elas variações de parábolas do Talmud, um dos livros sagrados dos Judeus. Acho que isso parcialmente explica porque para eles Jesus não é o Messias.
Petrus.
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Caminho até o Mini-Curso da Saraiva
Seguindo um conselho de um amigo meu, fui a um curso da Saraiva, Gratuito, sobre "Contação de Histórias".
Na minha ida até lá, descobri as maravilhas da nova estação Chácara Klabin. Meu trabalho é muito próximo do Metrô da Vila Mariana, mas caminhando um pouco mais chego no Chácara Klabin, e partindo de lá não necessito fazer baldeação da linha azul para a verde em meu caminho à ponte orca. Além disso, a estação é bem mais vazia e bem mais bonita e limpa. Visitá-la-ei mais no futuro, mas só quando estiver saindo do trampo. Quando estiver indo, vou pelo Vila Mariana, já que o caminho entre o Chácara Klabin e o trampo é uma subida (na volta, um descida).
Depois do metrô e da ponte Orca, temos o trem urbano. Desta vez ele estava um pouco mais vazio, e viajar longe da porta era até confrtável para alguém em pé (não era como uma lata de sardinhas). Por algum motivo, na estação Berrini, uma estação antes da estação Morumbi, do Shopping do mesmo nome, há um fluxo absurdo de gente entrando e saindo, ao menos no horário das seis e quinze. O fluxo é estraho porque nas estações anteriores e posteriores é muito menos intenso. Não entendo o que acontece, talvez realmente a Berrini seja um grande pólo de serviços de SP, talvez haja um terminalzinho de ônibus lá que gere este tráfego.
Não vou falar do curso em si aqui, porque o dito cujo é menos "blogável" que o que se antecedeu a ele. Na verdade é blogável sim, mas vou fazer isso depois.
É que antes de ir ao dito cujo, cansado e meio abatido, quis tomar um café para recuperar as energias. E pensei que este seria o melhor momento para experimentar o café da "Starbucks", que tem duas lojas no Morumbi Shopping.
Chego lá e fico confuso ante os vários painéis com preços altos e nomes que não entendo. O menu do Bar do Jaime era mais claro e o café de lá era extremamente bom. Idem para a banquinha do Japonês ao lado do dito bar, um PUB para mim.
De qualquer forma, pedi ajuda ao solícito caixa (bom atendimento). Ele me disse que eu escolhia alguma configuração muito louca de café, dava meu nome, e eles gritavam quando estivesse pronto. Meio atordoado ainda, sem pensar muito bem, acabei olhando o menu e vendo lá um "café da casa". Perguntei o que era e me disseram que basicamente era um café coado, como o de casa ou do Jaime.
É difícil conseguir este simples e belo café em um shopping, então escolhi-o.
Quando ecebi meu café, que aliás foi servido rapidamente devido a sua simplicidade, constatei duas coisas:
1- O café de lá é barato, ao menos para padrões de um shopping.
2- O valor mínimo do cafezinho coado a ser pago era $3,80.
Bem, você vai perguntar, mas $3,80 por um cafezinho é caro! Na verdade, eu paguei barato, de verdade. Qual o detalhe aqui.
O detalhe é que o MENOR café servido por eles é RIDICULAMENTE GIGANTESCO para os padrões de um cafezinho caseiro. São 300ml de café! Em comparação, na padoca costumam te servir 50ml.
Muita coisa passou pela minha cabeça neste momento. Achei que, se um dia eu fosse me sentir dentro do filme "Donnie Darko" devido a café, era esse dia. Bebi aquela monstrosidade de café, facilmente mais do que bebo em um só dia, com uma face de desesperança que deve ter sido registrada pelo guarda local.
Fico imaginando que poderia ser cena de um filme de Will Ferrel o momento em que pacientemente eu adocei o café com um saquinho de açúcar após o outro.
Depois comi uma refeição de $8,37 no restaurante por quilo do Viena. A quantidade era de menos de 250g. O Starbucks é mais barato que o Viena.
Petrus.
Na minha ida até lá, descobri as maravilhas da nova estação Chácara Klabin. Meu trabalho é muito próximo do Metrô da Vila Mariana, mas caminhando um pouco mais chego no Chácara Klabin, e partindo de lá não necessito fazer baldeação da linha azul para a verde em meu caminho à ponte orca. Além disso, a estação é bem mais vazia e bem mais bonita e limpa. Visitá-la-ei mais no futuro, mas só quando estiver saindo do trampo. Quando estiver indo, vou pelo Vila Mariana, já que o caminho entre o Chácara Klabin e o trampo é uma subida (na volta, um descida).
Depois do metrô e da ponte Orca, temos o trem urbano. Desta vez ele estava um pouco mais vazio, e viajar longe da porta era até confrtável para alguém em pé (não era como uma lata de sardinhas). Por algum motivo, na estação Berrini, uma estação antes da estação Morumbi, do Shopping do mesmo nome, há um fluxo absurdo de gente entrando e saindo, ao menos no horário das seis e quinze. O fluxo é estraho porque nas estações anteriores e posteriores é muito menos intenso. Não entendo o que acontece, talvez realmente a Berrini seja um grande pólo de serviços de SP, talvez haja um terminalzinho de ônibus lá que gere este tráfego.
Não vou falar do curso em si aqui, porque o dito cujo é menos "blogável" que o que se antecedeu a ele. Na verdade é blogável sim, mas vou fazer isso depois.
É que antes de ir ao dito cujo, cansado e meio abatido, quis tomar um café para recuperar as energias. E pensei que este seria o melhor momento para experimentar o café da "Starbucks", que tem duas lojas no Morumbi Shopping.
Chego lá e fico confuso ante os vários painéis com preços altos e nomes que não entendo. O menu do Bar do Jaime era mais claro e o café de lá era extremamente bom. Idem para a banquinha do Japonês ao lado do dito bar, um PUB para mim.
De qualquer forma, pedi ajuda ao solícito caixa (bom atendimento). Ele me disse que eu escolhia alguma configuração muito louca de café, dava meu nome, e eles gritavam quando estivesse pronto. Meio atordoado ainda, sem pensar muito bem, acabei olhando o menu e vendo lá um "café da casa". Perguntei o que era e me disseram que basicamente era um café coado, como o de casa ou do Jaime.
É difícil conseguir este simples e belo café em um shopping, então escolhi-o.
Quando ecebi meu café, que aliás foi servido rapidamente devido a sua simplicidade, constatei duas coisas:
1- O café de lá é barato, ao menos para padrões de um shopping.
2- O valor mínimo do cafezinho coado a ser pago era $3,80.
Bem, você vai perguntar, mas $3,80 por um cafezinho é caro! Na verdade, eu paguei barato, de verdade. Qual o detalhe aqui.
O detalhe é que o MENOR café servido por eles é RIDICULAMENTE GIGANTESCO para os padrões de um cafezinho caseiro. São 300ml de café! Em comparação, na padoca costumam te servir 50ml.
Muita coisa passou pela minha cabeça neste momento. Achei que, se um dia eu fosse me sentir dentro do filme "Donnie Darko" devido a café, era esse dia. Bebi aquela monstrosidade de café, facilmente mais do que bebo em um só dia, com uma face de desesperança que deve ter sido registrada pelo guarda local.
Fico imaginando que poderia ser cena de um filme de Will Ferrel o momento em que pacientemente eu adocei o café com um saquinho de açúcar após o outro.
Depois comi uma refeição de $8,37 no restaurante por quilo do Viena. A quantidade era de menos de 250g. O Starbucks é mais barato que o Viena.
Petrus.
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sábado, 10 de março de 2007
Photoshop arcaico.
Achei uma interessantíssima exposição on-line de fotos da união soviética sob o comando de Stalin.
Para ampliar seu poder totalitário, Stalin e seu partido selecionavam a dedo as fotos e imagens que iam ser publicadas nos jornais do país. E ao invés de apenas "censurar" certas fotos, haviam pessoas encarregadas de as alterar para transmitirem a "mensagem desejada".
A exposição se chama "O Comissário Some", e eis abaixo as fotos, depois e antes da edição, que dão seu título. Vemos aqui que o comissário da marinha, morto a mando de Stalin, é retirado de uma foto em que originalmente aparecia a seu lado.
Petrus.


Para ampliar seu poder totalitário, Stalin e seu partido selecionavam a dedo as fotos e imagens que iam ser publicadas nos jornais do país. E ao invés de apenas "censurar" certas fotos, haviam pessoas encarregadas de as alterar para transmitirem a "mensagem desejada".
A exposição se chama "O Comissário Some", e eis abaixo as fotos, depois e antes da edição, que dão seu título. Vemos aqui que o comissário da marinha, morto a mando de Stalin, é retirado de uma foto em que originalmente aparecia a seu lado.
Petrus.
terça-feira, 6 de março de 2007
A Verdade do Martelo Mjolnir (de Thor).
Sempre ouvi falar, quando o assunto era mitologia nórdica, sobre o martelo do deus Thor, que se chamava Mjolnir. Quase todo mundo sabe alguma coisa de Thor e que ele supostamente tinha um martelo mágico. Mas o fato de que o nome do martelo era "Mjolnir" é o tipo de coisa de que se gabavam os ditos estudiosos do assunto, de forma similar a que os conhecedores de El Cid proclamam saber que seu cavalo se chamava Bavieca (ou Babieca).
Bem, este pedaço de lenda, o do martelo Mjolnir, foi-se por terra. Stan Lee comenta, no filme "Mutantes, Monstros e Quadrinhos", que este nome é um nome inventado pelo seu irmão. O personagem que o usa é inspirado no deus Thor, que não foi invenção dele, mas o nome do martelo é inventado.
Stan Lee também defende que não existe pronunciação correta para o tal nome, visto que ele é inventado.
Petrus.
Bem, este pedaço de lenda, o do martelo Mjolnir, foi-se por terra. Stan Lee comenta, no filme "Mutantes, Monstros e Quadrinhos", que este nome é um nome inventado pelo seu irmão. O personagem que o usa é inspirado no deus Thor, que não foi invenção dele, mas o nome do martelo é inventado.
Stan Lee também defende que não existe pronunciação correta para o tal nome, visto que ele é inventado.
Petrus.
Longa vida às bobagens blogueiras!
Hoje adicionei dois relógios na barra lateral do blog. Um marca o horário que o blog usa para as minhas postagens. A outra mostra o horário que EU uso para isto.
Não tem utilidade prática nenhuma, é só mais um belo exemplo das bobagens nas quais nos enfiamos em nossa vida tediosa onde os mínimos detalhes se tornam importantes.
Podia ser pior. Eu podia ter nascido na idade da pedra e me preocupar com o que eu ia comer no dia seguinte ao invés do horário.
Petrus.
PS: Mais bobagens serão futuramente enfiadas na barra lateral do blog.
Não tem utilidade prática nenhuma, é só mais um belo exemplo das bobagens nas quais nos enfiamos em nossa vida tediosa onde os mínimos detalhes se tornam importantes.
Podia ser pior. Eu podia ter nascido na idade da pedra e me preocupar com o que eu ia comer no dia seguinte ao invés do horário.
Petrus.
PS: Mais bobagens serão futuramente enfiadas na barra lateral do blog.
domingo, 18 de fevereiro de 2007
Duelo (desequilibrado): Paulo Betti X Marlon Brando
No post anterior, falei do filme "Mauá".
A cena que descrevi me lembra o filme "Queimada".
No primeiro filme, temos uma cena em que o ator que representa Paulo Betti Jovem tenta convencer um nobre que é necessário abolir a escravidão, entre outras cositas más.
No segundo, Marlon Brando, já na maturidade, tenta convencer com um discurso cheio de metáforas, elipses, e em nenhum momento alguma simplificação, nem de discurso nem de personagem, que um certo país escravista faria muito bem em deixar de sê-lo.
Qual deste dois filmes parece despertar mais interesse? E qual dos dois efetivamente encontrou seu caminho como clássico nas salas de aula de professores de história?
Petrus
A cena que descrevi me lembra o filme "Queimada".
No primeiro filme, temos uma cena em que o ator que representa Paulo Betti Jovem tenta convencer um nobre que é necessário abolir a escravidão, entre outras cositas más.
No segundo, Marlon Brando, já na maturidade, tenta convencer com um discurso cheio de metáforas, elipses, e em nenhum momento alguma simplificação, nem de discurso nem de personagem, que um certo país escravista faria muito bem em deixar de sê-lo.
Qual deste dois filmes parece despertar mais interesse? E qual dos dois efetivamente encontrou seu caminho como clássico nas salas de aula de professores de história?
Petrus
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